A redução é expressiva em relação ao fim de 2024, quando os reservatórios acumulavam 62,82%. O índice atual também reflete a inclusão da barragem de Oiticica no sistema de monitoramento, que opera com apenas 14,66% da capacidade. O maior reservatório do estado, Armando Ribeiro Gonçalves, está com 45,3%, enquanto Santa Cruz do Apodi registra 55,6% e Umari, 53,17%.
A situação mais crítica é no Seridó, onde os reservatórios somam apenas 14% da capacidade total. Entre os mananciais com volumes abaixo de 10% estão Itans (seco), Passagem das Traíras (0,03%), Sabugi (1,12%), Mundo Novo (1,06%) e Lulu Pinto (0,01%), indicando alerta para o abastecimento em várias regiões do estado.
Confira os reservatórios monitorados que apresentam volumes inferiores a 10% de sua capacidade total. São eles:
- Itans, em Caicó, que se encontra seco;
- Sabugi, em São João do Sabugi (1,12%);
- Passagem das Traíras, em São José do Seridó (0,03%);
- Esguicho, em Ouro Branco (0,67%);
- Carnaúba, em São João do Sabugi (1,99%);
- Japi II, em São José do Campestre (7,26%);
- Bonito II, em São Miguel (6,15%);
- Apanha Peixe, em Caraúbas (7,33%);
- Gangorra, em Rafael Fernandes (3,50%);
- Jesus Maria José, em Tenente Ananias (0,33%); Tourão, em Patu (2,64%);
- Brejo, em Olho D’Água do Borges (0,43%);
- 25 de Março, em Pau dos Ferros (5,74%);
- São Gonçalo, em São Francisco do Oeste (2,57%);
- Mundo Novo, em Caicó (1,06%);
- Inspetoria, em Umarizal (6,41%);
- Dinamarca, em Serra Negra do Norte (8,30%);
- Lulu Pinto, em Luís Gomes (0,01%).


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