Segundo o Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo do RN (Singás/RN), o reajuste médio nas distribuidoras é de R$ 7,11, influenciado pela alta do diesel e por fatores internacionais, como tensões no Oriente Médio.
A expectativa é de repasse generalizado, embora alguns estabelecimentos ainda comercializem estoques antigos. O setor já registra queda nas vendas e prevê redução no consumo, principalmente entre famílias de baixa renda.
Distribuidores também relatam dificuldade para repassar integralmente o aumento sem perder clientes e avaliam até suspender programas como o “Gás do Povo”, diante da alta nos custos.
Para os consumidores, o reajuste agrava o orçamento doméstico, já pressionado por outros aumentos. Especialistas alertam ainda que o encarecimento do gás pode impactar a inflação e gerar efeito em cadeia, elevando custos em setores como alimentação.
Com informações blog do bg


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