Com a decisão, permanece a cobrança extra de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida está em vigor desde abril e segue sendo aplicada devido às condições menos favoráveis para a geração de energia no país.
Segundo a Aneel, a manutenção da bandeira amarela ocorre em razão da redução das chuvas durante o período seco, fator que diminui o nível dos reservatórios das hidrelétricas. Com isso, aumenta a necessidade de utilização das usinas termelétricas, cuja geração possui custo mais elevado.
Na prática, uma residência que consumir 200 kWh no mês terá um acréscimo de R$ 3,77 na conta de luz. Já para um consumo de 300 kWh, o adicional será de aproximadamente R$ 5,66.
O sistema de bandeiras tarifárias é atualizado mensalmente para informar aos consumidores as condições de geração de energia no país. Enquanto a bandeira verde não gera cobrança adicional, as bandeiras amarela e vermelha representam custos extras, conforme o cenário de produção de energia elétrica.
A Aneel orienta os consumidores a manterem hábitos de consumo consciente para reduzir o impacto da cobrança adicional na conta de luz, especialmente durante o período de estiagem, quando os custos de geração tendem a ser maiores.


0 Comentários