Bolsonaro estava internado em um hospital particular em Brasília desde o último dia 13 de março, em decorrência de um quadro de pneumonia bacteriana. Após apresentar melhora clínica, a equipe médica responsável liberou sua saída da unidade hospitalar.
A decisão judicial estabelece que o ex-presidente permanecerá em prisão domiciliar pelo período inicial de 90 dias. Durante esse tempo, ele deverá cumprir uma série de restrições, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, monitoramento constante e limitações de contato e comunicação.
A medida ocorre em meio ao cumprimento de pena imposta ao ex-presidente por envolvimento em tentativa de golpe após as eleições de 2022. A autorização para que Bolsonaro deixe o sistema prisional e siga para casa foi concedida em caráter humanitário, considerando seu estado de saúde, e poderá ser reavaliada ao final do prazo estabelecido.
O caso segue sob acompanhamento do STF e pode ter novos desdobramentos nos próximos dias.


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