Atualmente, o produto é comercializado no Estado por preços que variam, em média, entre R$ 9 e R$ 15. O reajuste ocorre em meio ao aumento dos custos de produção, insumos e distribuição.
Segundo o Sindicato das Indústrias de Cervejas, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas em Geral do Rio Grande do Norte (Sicramirn), a revisão dos preços é necessária para garantir o equilíbrio econômico das empresas, preservar empregos diretos e indiretos e manter a qualidade e a segurança dos produtos.
De acordo com o presidente do sindicato, Joafran Nobre, o aumento é resultado da elevação dos custos ao longo da cadeia produtiva e busca assegurar a continuidade das atividades do setor dentro das exigências sanitárias e ambientais.
O valor final do garrafão poderá variar entre os estabelecimentos, já que cada indústria terá autonomia para definir o percentual e o novo preço de comercialização.


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